"Alguns infinitos são maiores que outros."
— John Green Perfil:
John Green já afirmou que sofreu muito bullying durante a adolescência. Ele era nerd, gostava de colecionar últimas palavras de personalidades famosas e de brincar com anagramas, características que mais tarde foram passadas para os seus próprios personagens. Atualmente, o autor é uma das 100 pessoas mais influentes do mundo segundo a revista Times.
John e seu irmão, Hank Green, mantém um canal no Youtube chamado Vlogbrothers que conta com mais de 2 milhões de inscritos, popularmente conhecidos como nerdfighters que, junto com John e Hank, participam e promovem várias atividades e doações humanitárias. O canal surgiu em 2007, quando os irmãos decidiram se comunicar somente através dos vídeos publicados no Youtube.
Obras:
Aqui no Brasil, o boom em cima de John Green deu-se principalmente com a publicação de A Culpa é Das Estrelas, um sick-lit inspirado na história real de Esther Earl, que tinha câncer e infelizmente veio a falecer em 2010. A história dela foi contada no livro A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar (skoob), publicado esse ano pela Intrínseca.
O sucesso de A Culpa é Das Estrelas, tanto o livro quanto o filme, possibilitou que mais pessoas procurassem pelos outros livros do autor, que atualmente está trabalhando em seu novo título, The Racket. Por ordem de publicação, as obras de John Green são:
♠ Quem É Você, Alasca? (Looking for Alasca, 2005)
WMF Martins Fontes - Skoob
♠ O Teorema Katherine (An abundance of Katherines, 2006)
Intrínseca - Skoob
♠ Cidades de Papel (Paper Towns, 2008)
Intrínseca - Skoob
♠ A Culpa É Das Estrelas (The fault in our stars, 2012)
Mas o que torna o autor tão famoso? O que faz uma narrativa young adult mais reflexiva e nem por isso menos adolescente sobreviver (e florescer) na era de ouro dos livros fantásticos e distópicos? O que faz o "real" de John Green ser tão chamativo e atraente quanto o imaginário imersivo que por muito tempo serviu e serve de refúgio para o leitor?
Nós não queremos ser o Gus ou a Alasca, mas ainda assim lemos as suas histórias e nos fascinamos por suas complexidades. Talvez seja isso o que diferencia e imortaliza a escrita do John Green, ela fez com que a gente sinta, chore, ria por personagens que poderiam ser tão tangíveis quanto qualquer um. As Margos, os Colins e Hazels por aí têm a nossa compreensão e o nosso amor porque o tio João Verde nos tornou pessoas melhores sem que a gente nem percebesse.
Nós não queremos ser o Gus ou a Alasca, mas ainda assim lemos as suas histórias e nos fascinamos por suas complexidades. Talvez seja isso o que diferencia e imortaliza a escrita do John Green, ela fez com que a gente sinta, chore, ria por personagens que poderiam ser tão tangíveis quanto qualquer um. As Margos, os Colins e Hazels por aí têm a nossa compreensão e o nosso amor porque o tio João Verde nos tornou pessoas melhores sem que a gente nem percebesse.
Frases:
"Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos." (A Culpa É Das Estrelas)
"Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia. (...) Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente." (Quem É Você, Alasca?)
"O para sempre é composto de agoras." (Cidades de Papel)
"É possível amar muito alguém. (...) Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela." (O Teorema Katherine)
"Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas." (A Culpa É Das Estrelas)
"Você gosta de alguém que não pode gostar de você de volta porque um amor não correspondido pode sobreviver de um jeito que um amor uma vez correspondido não pode." (Will & Will)
"Talvez nós sejamos relvas, nossas raízes tão interdependentes que ninguém estará morto enquanto houver alguém vivo." (Cidades de Papel)
"Tudo que é construído termina por desmoronar." (Quem É Você, Alasca?)
"Eu não acho que seja possível preencher um espaço vazio com aquilo que você perdeu. (...) Não acho que nossos pedaços perdidos caibam outra vez dentro da gente depois que eles se perdem." (O Teorema Katherine)
"Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos." (A Culpa É Das Estrelas)
"Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia. (...) Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente." (Quem É Você, Alasca?)
"O para sempre é composto de agoras." (Cidades de Papel)
"É possível amar muito alguém. (...) Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela." (O Teorema Katherine)
"Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas." (A Culpa É Das Estrelas)
"Você gosta de alguém que não pode gostar de você de volta porque um amor não correspondido pode sobreviver de um jeito que um amor uma vez correspondido não pode." (Will & Will)
"Talvez nós sejamos relvas, nossas raízes tão interdependentes que ninguém estará morto enquanto houver alguém vivo." (Cidades de Papel)
"Tudo que é construído termina por desmoronar." (Quem É Você, Alasca?)
"Eu não acho que seja possível preencher um espaço vazio com aquilo que você perdeu. (...) Não acho que nossos pedaços perdidos caibam outra vez dentro da gente depois que eles se perdem." (O Teorema Katherine)
John Green
(1977)















